Aborto não!
O feto é o que? Uma espinha? Que certo dia vc levanta da cama, ela está lá e vc resolve colocá-la pra fora? Como assim? A quem é dado o direito de escolher quem vai viver ou morrer?
E não adianta tentar minimizar o ato abortivo com palavrinhas do tipo feticídio, "ah, era só uma carninha sem vida!". Carninha sem vida é você, e o PT, que fica de rolinho com o Comitê de Direitos Humanos da ONU, relatoriozinhos prá lá e pra cá, e tem coragem de fazer projeto de lei pra liberalização do aborto no país. Pega esses relatórios, e recicla esse lixo! Porque a única coisa que se salva é o papel!
Quem não concorda que matem animais e é vegetariano, fez uma escolha. O fato de eu não concordar que matem crianças, vou ter que escolher o que? É bom ir pensando em um novo adjetivo pro vocabulário português! Comer criancinhas vai virar moda, Mc Lanche!
Na escola ensinam a cuidar do meio ambiente, dão sementes pra plantar e ensinam a não arrancar as florzinhas dos jardins. Mas, crianças, ouçam a titia, quando vocês eram uma sementinha na barriga da mamãe, vocês poderiam ter perdido a vida, ser arrancados e sugados de lá, vocês poderiam ser mutilados. - Professora, o que é ser mutilado? - Aluninha, significa que cada partizinha sua podia ser separada do seu corpo, bracinhos e perninhas, até a cabeça, mas passou! Quando chegarem em casa vocês deêm um beijinho em suas mamães e agradeçam a ela por não ter matado vocês, e quando vocês crescerem podem se tornar médicos e poderão fazer isso com mais criancinha indefesas, opa, fetinhos indefesos!
O aborto é uma violação da ética moral e dos instintos naturais da mãe, vai contra a sua sexualidade, moralidade e identidade maternal.
Em 1967 aconteceu a Primeira Conferência Internacional do Aborto, que realizou-se na cidade de Washington D.C. (Capital dos Estados Unidos).
Participaram desta Conferência, autoridades do mundo inteiro nos campos da Medicina, Biologia, Direito, Ética e Ciências Sociais. Durante esta Conferência, um grupo de vinte profissionais da área Bio-médica (Bioquímicos, Professores de Ginecologia e Obstetrícia, Geneticistas, etc.) se reuniu para debater e pesquisar exaustivamente, quando começava a vida humana.
Participaram desta Conferência, autoridades do mundo inteiro nos campos da Medicina, Biologia, Direito, Ética e Ciências Sociais. Durante esta Conferência, um grupo de vinte profissionais da área Bio-médica (Bioquímicos, Professores de Ginecologia e Obstetrícia, Geneticistas, etc.) se reuniu para debater e pesquisar exaustivamente, quando começava a vida humana.
“O nosso grupo, em sua maioria, não foi capaz de determinar nenhum espaço de tempo entre a união do espermatozóide e o óvulo, ou pelo menos, entre o estágio de blástula e o surgimento de uma criança, um ponto no qual pudéssemos dizer que ali não estava uma vida humana... As mudanças que ocorrem entre a implantação (do espermatozóide no óvulo) e um embrião de seis semanas, um feto de seis meses, um bebê de uma semana ou num adulto, não passam de estágios de desenvolvimento e maturação.”
Equivale dizer que, naqueles países onde o aborto foi legalizado, ganhando o nome, dado por eles, de "aborto seguro", o número de abortamentos vem aumentando assustadoramente e não menos assustadora foi a diminuição do número de gravidezes programadas, denotando ambos, o aumento da "irresponsabilidade segura".
Uma porcentagem considerável de mulheres que abortaram desenvolve o transtorno de estresse pós-traumático, cujos sintomas são "lembranças desagradáveis, recorrentes e intrusivas da IVE, que se manifestam em imagens, pensamentos ou percepções; sonhos desagradáveis e recorrentes do sucesso; sensação de reviver a experiência do aborto através de ilusões, alucinações e episódios dissociativos nos quais através do 'flashback', ressurge a lembrança; mal-estar psicológico intenso à exposição de fatores desencadeantes internos ou externos que simbolizam ou se assemelham a algum aspecto do evento traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou a IVE ou submeter-se a um exame ginecológico; evita persistentemente todo estímulo que possa associar-se com o aborto", enumeram os especialistas.
Já começam a definir estes transtornos como "síndrome pós-aborto", sublinha, que muito freqüentemente também "evolui em uma vivência da dor e temor que determina mudanças no comportamento sexual, depressão, aumento ou início de consumo de álcool ou outras drogas, mudanças do comportamento na alimentação, transtornos somáticos, isolamento social, transtornos de ansiedade, perda de auto-estima, idealização suicida e tentativas de suicídio".
"Todos estes transtornos podem manifestar-se também vários meses depois da intervenção, no aniversário da IVE ou no do hipotético nascimento da criança", sem esquecer que as mulheres que abortaram anteriormente "podem seguir tendo sentimentos de culpa ou depressão ligados a tal aborto, inclusive durante as gravidezes sucessivas", advertem o professor Cantelmi e a psicóloga Carace.
Eu poderia passar horas em citações de Ginecologistas Obstetras, Geneticístas, Doutores, etc., mas nada poderia falar mais alto do que o coração que pulsa dentro de você! Você é vida, e como o Pr. Silas Malafaia menciona no vídeo a baixo, a diferencia da gente e um óvulo fecundado é o tempo e a nutrição, essa é a unica diferença! Eu tenho 23 anos e um óvulo fecundado 1 dia, semana ou meses.
Equivale dizer que, naqueles países onde o aborto foi legalizado, ganhando o nome, dado por eles, de "aborto seguro", o número de abortamentos vem aumentando assustadoramente e não menos assustadora foi a diminuição do número de gravidezes programadas, denotando ambos, o aumento da "irresponsabilidade segura".
Uma porcentagem considerável de mulheres que abortaram desenvolve o transtorno de estresse pós-traumático, cujos sintomas são "lembranças desagradáveis, recorrentes e intrusivas da IVE, que se manifestam em imagens, pensamentos ou percepções; sonhos desagradáveis e recorrentes do sucesso; sensação de reviver a experiência do aborto através de ilusões, alucinações e episódios dissociativos nos quais através do 'flashback', ressurge a lembrança; mal-estar psicológico intenso à exposição de fatores desencadeantes internos ou externos que simbolizam ou se assemelham a algum aspecto do evento traumático, como o contato com recém-nascidos, mulheres grávidas, voltar ao lugar onde se praticou a IVE ou submeter-se a um exame ginecológico; evita persistentemente todo estímulo que possa associar-se com o aborto", enumeram os especialistas.
Já começam a definir estes transtornos como "síndrome pós-aborto", sublinha, que muito freqüentemente também "evolui em uma vivência da dor e temor que determina mudanças no comportamento sexual, depressão, aumento ou início de consumo de álcool ou outras drogas, mudanças do comportamento na alimentação, transtornos somáticos, isolamento social, transtornos de ansiedade, perda de auto-estima, idealização suicida e tentativas de suicídio".
"Todos estes transtornos podem manifestar-se também vários meses depois da intervenção, no aniversário da IVE ou no do hipotético nascimento da criança", sem esquecer que as mulheres que abortaram anteriormente "podem seguir tendo sentimentos de culpa ou depressão ligados a tal aborto, inclusive durante as gravidezes sucessivas", advertem o professor Cantelmi e a psicóloga Carace.
Eu poderia passar horas em citações de Ginecologistas Obstetras, Geneticístas, Doutores, etc., mas nada poderia falar mais alto do que o coração que pulsa dentro de você! Você é vida, e como o Pr. Silas Malafaia menciona no vídeo a baixo, a diferencia da gente e um óvulo fecundado é o tempo e a nutrição, essa é a unica diferença! Eu tenho 23 anos e um óvulo fecundado 1 dia, semana ou meses.
Dizer NÃO ao aborto não é só questão de ser cristão, é de ser HUMANO.
Fransuê Ribeiro
Fransuê Ribeiro
